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Geekalisando: Retro Snake

Hey gente!
Sem promessas. Posso postar aqui se quiser, afinal o blog é meu, mas não garanto que estarei aqui periodicamente.
Hoje trouxe a recomendação de um aplicativo que baixei há pouco tempo, mas achei divertidíssimo.
Todos conhecem o jogo Snake, certo? O famoso "jogo da cobrinha" que tínhamos naqueles Nokias antiquíssimos. Muitas versões foram feitas para Android e iOS, e testei várias, mas a que mais me identifiquei foi o Retro Snake, da HIPXEL.
Essa versão me impressionou pela riqueza de opções nas configurações que são desde 10 níveis diferentes de dificuldade, 4 modelos de controles para selecionar o que mais se identifica, 9 cores para o fundo e para os contornos e ainda reguladores da tonalização dessas cores.
O jogo ainda armazena o score dos seus 10 melhores jogos e até agora ele não travou nenhuma vez.
A única falha que eu não gostei, essa uma escolha dos programadores, é que a cobra, ao bater na parede, não morre, e sim aparece do outro lado.
O aplicativo é grátis, pesa 1,04 MB e não procurei saber se tem para iOS, o link na Play Store está aqui.
Como estou fazendo essa postagem do aplicativo do Blogger no celular, então a postagem terá esse formato diferente, sem mais imagens do aplicativo nem assinatura. Sinto muito.

Resenha: O Símbolo Perdido

Olá, pessoas! Mais uma resenha para vocês! Dessa vez, é do livro O Símbolo Perdido, do autor best-seller, Dan Brown. Sem dúvida, se nunca leram algo dele, no mínimo já ouviram falar de O Código Da Vinci, certo? Esse é um dos meus livros favoritos do autor, e essa resenha foi feita há algum muito tempo, entãaaaao... 
Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas. Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal’akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian. Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está. Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.
Primeiro de tudo, tenho que confessar algo completamente vergonhoso: Li em um mês.
Que vergonha.
 O meu software não é diferente de, digamos, um simulador de voo. Alguns vão usá-lo como treino para missões aéreas de primeiros socorros em países subdesenvolvidos. Outros, para aprender a jogar aviões de passageiros contra arranha-céus. O conhecimento é uma ferramenta e, como todas as ferramentas, seu impacto está nas mãos do usuário. Pág. 72
Eu simplesmente passava outros livros na frente, Julieta, da Anne Fortier (que estou adiando a resenha há um bom tempo…), Jogos Vorazes, e várias fanfics, fics e ebooks. Acabou que o pobre Dan Brown ficou em segundo (ou vigésimo) plano, não que o livro parasse de me fascinar. Acho que a parte mais interessante nos livros do Dan Brown é quando tudo se desenrola, quando chega o grand finale, aquele que todos esperavam e que ninguém sabia como seria.
“Avra Kedabra significa “Eu crio ao falar." Silêncio. Pág. 354
Nesse livro, como em Código Da Vinci e Fortaleza Digital, tive que voltar até certo ponto no início da história para ter certeza que o autor não estava se contradizendo, mas ele sempre achava um jeito de escapar das próprias palavras.
“Todas as grandes verdades são simples” Pág. 383
O que mais aprecio no modo de escrita dele é como ele entra em conflito com o personagem. Sendo narrado em 3ª pessoa, ele consegue de uma maneira inimaginável ter uma briga com Robert de uma maneira inigualável. É como se ele dissesse: “Robert, as provas estão todas aí, cara! Quantas vezes vou ter que te dizer que você tem que acreditar nisso!” e Robert respondesse “Isso não existe. Tudo que você disse tem uma explicação lógica!” e até o final do livro esse conflito interno que poucos notam ficava sem desfecho. O mais incrível é que mesmo enganando a si mesmo, ele conseguia se enganar novamente, me entendem? Enganar o leitor e todos os personagens, eu acho algo incrível o modo como ele surpreende a todos os personagens de uma maneira que você fica surpreso com a surpresas.

Curtamente Falando: Sebastian's Voodoo

Sob pressão, volta o Curtamente Falando!
Dessa vez trago um dos meus curtas favoritos, talvez não tanto, mas certamente é um curta que mexeu muito comigo.
Sebastian's Voodoo mostra a realidade de vários voodoo dolls e nos mostra uma lição de bem comum, de como se sacrificar em prol de um grupo.
É uma lição muito bonita a ser aprendida, nos faz pensar o quanto o altruísmo é raro hoje em dia.
Esse curta me fez pensar em todos os personagens que já se sacrificaram por um motivo maior, passando por obras literárias e cinematográficas, conseguem lembrar de algum?
Poderia listar todas aqui, mas isso seria um spoiler tão grande que acho que não sairia viva depois disso!
O melhor de tudo nesse vídeo é ver o quão bem feito ele é, e principalmente, o cuidado que tiveram ao montar os brinquedos de voodoo. É surpreendente a atenção a cada mancha, ao tecido, a forma como deixaram, apesar de muito parecidos, todos os bonecos diferentes. E também a criatividade é de se aplaudir em pé, afinal, a ideia é brilhante e passa uma lição muito bonita.

Resenha Dupla: Anna e o Beijo Francês + Lola e o Garoto da Casa ao Lado

Olá, caros leitores!
Hoje venho com uma resenha dupla com dois livros incríveis da Stephanie Perkins. Ambos são romances YA (Young-Adult) que muito provavelmente vocês conhecem :)


Ambos os livros são publicados pela editora Novo Conceito aqui no Brasil, mas se passam nos Estados Unidos e/ou em Paris, na França.
Como os livros, em certo ponto, se interligam, é aconselhável ler, primeiramente, Anna e o Beijo Francês. O livro conta a história de Anna, filha de um autor de romances trágicos mundialmente conhecido. Seus pais são separados e ela sempre morou com a mãe, até que o seu pai a manda para um colégio para jovens americanos na França, mais especificamente, em Paris. No colégio, logo em seu primeiro dia, ela conhece Meredith, uma garota que oferece um ombro amigo quando ela está chorando por ter que se separar da mãe e do irmão mais novo.
Meredith, então, apresenta-a para o seu grupo seleto de amizades e é nesse grupo que ela conhece Étienne St. Clair. Só um problema: Ele tem namorada. Uma universitária que se formara um ano antes deles, bonita como uma modelo, simpática como um político, inteligente como um gênio. Como competir com uma garota dessas?
Mas os sentimentos confusos quanto a St. Clair é apenas o primeiro de seus problemas, ela ainda tem que lidar com a melhor amiga que está se distanciando, o garoto de quem gostava quando saiu da América e sua incapacidade de falar francês morando na Europa. Anna conseguirá resolver seus problemas e conseguir seu tão sonhado beijo francês?
É isso que temos que descobrir lendo o livro, uma narrativa empolgante e encantadora, cheia de reviravoltas completamente realistas, que nos fazem sentir como personagens da história, como se ela estivesse assustadoramente próxima da nossa realidade, o que é verdade. Anna e o Beijo Francês é um livro que exemplifica perfeitamente os sentimentos conflitantes de uma adolescente, trazendo além de tudo as dúvidas dessa fase da vida e principalmente os dramas familiares que todos temos.
Esse livro, além de romântico, também mostra os personagens lidando com a doença, com separações, traições e como se sentem em relação uns aos outros.
Já em Lola e o Garoto da Casa ao Lado temos principalmente críticas a sociedade, já que Lola quebra praticamente todos os tabus.
Lola, no auge dos seus 17 anos, namora Max, um rapaz de 22. Ela mora com seus dois pais (sim! Ela tem pais gays!), sendo que um deles é na realidade seu tio. Sua mãe é uma alcoólatra que a largou com o irmão quando engravidou cedo demais. Ela não reclama, ama os pais, apesar dos dois serem um pouco super protetores, e tem uma vida normal. Na medida do possível, contando seu gosto... Peculiar para se vestir de maneira extravagante.
Seus pais não aprovam o namoro com Max, mas tentam se adaptar a relação da filha, mas tudo muda quando seus ex-vizinhos voltam para a casa ao lado.
Junto com a família Graham Bell seus problemas também voltam à vizinhança, assim como seus sentimentos da pré-adolescência. Ela tenta de todas as formas ignorar, tentar se convencer e implorar ao seu coração de que o que sentia por Cricket foi embora logo que ele se mudou, mas isso se torna impossível tendo ele sempre tão presente em sua vida. Até mesmo em seu trabalho ele aparecia, sendo amigo de Étienne, o noivo de Anna, sua colega na bilheteria do cinema. A questão é: o que Lola sente é apenas um reflexo do que sentia quando criança ou esse amor de infância é mais forte que sua paixão por Max?
Creio eu, que o que mais me atraiu nesses dois livros foi a maneira como a Stephanie conseguiu unir os dois, de forma que a nossa ligação com os personagens de Anna não fosse rompida e de repente termos que nos transportar para outro lugar, outro mundo. Eu admiro muito quando os autores conseguem fazer isso, mesmo que só tenha visto em fictions e alguns poucos livros não muito reconhecidos. Minha ansiosidade para Isla and the Happily Ever After (Isla e o Felizes Para Sempre, numa tradução literal) está além de tudo! Com previsão de lançamento ainda para esse ano (nos EUA), segue a sinopse e minha tradução nada-profissional:
From the glittering streets of Manhattan to the moonlit rooftops of Paris, falling in love is easy for hopeless dreamer Isla and introspective artist Josh. But as they begin their senior year in France, Isla and Josh are quickly forced to confront the heartbreaking reality that happily-ever-afters aren't always forever.
Their romantic journey is skillfully intertwined with those of beloved couples Anna and Étienne and Lola and Cricket, whose paths are destined to collide in a sweeping finale certain to please fans old and new.
Das ruas brilhantes de Manhattan para os telhados ao luar de Paris, apaixonar-se é fácil para o sonhador sem-esperança Isla e o artista introspectivo Josh. Mas, como eles começam seu último ano na França, Isla e Josh são rapidamente forçados a confrontar a realidade dolorosa que felizes para sempre nem sempre são para sempre. 
Sua viagem romântica é habilmente entrelaçada com as de casais amados Anna e Étienne e Lola e Cricket, cujos caminhos estão destinados a colidir em uma varredura com um final arrebatador para agradar os fãs antigos e novos.

Então, mais alguém empolgado para esse terceiro (e possivelmente) último volume dessa "trilogia"?

Aspirante à Paint

Alguém se lembra da postagem que fiz aqui sobre Paint, aquele cara que fez videos super legais com letra falando sobre os filmes da Disney e outras coisas, como Harry Potter, Senhor dos Anéis e vilões famosos? Então.
Temos aqui, queridos leitores, uma aspirante à Paint, não pesquisei muito sobre a garota, só achei o vídeo e vi a oportunidade de compartilhar com vocês, já que estamos todos no clima de Catching Fire, que lançou nessa sexta-feira, dia 16, aqui no Brasi, enquanto a gringa espera até semana que vem (não é mágico?).
Essa garota teve a brilhante ideia de narrar a trilogia The Hunger Games em 99 segundos, assim como Paint fez com outras sagas. Sim, ela colocou no final do vídeo que se inspirou nele, e não estou aqui pra criticar a garota, certo?
Claro que o talento do nosso amado Jon Cozart nem se compara ao da garota, mas ela se saiu bem. 
Aliás, alguém já assistiu Em Chamas?
Voltando ao Paint: Sabiam que esse cara está fazendo vídeos para VEVO? Descobri fazendo esse post, um grande traidor, não? Mas até que são vídeos engraçados. Podem ver aqui.

Os 5 Clipes Mais Engraçados do Aviicii

Hoje, todos conhecem Aviicii pelo grande sucesso de "Wake Me Up". Eu sei que você já ouviu, afinal, quem não?
Mas hoje o assunto não é esse clipe, e sim os mais antigos dele.
Eu estava normalmente navegando no youtube quando esbarro com um Aviicii nas recomendações. Ora, por que não?
Entenda, eu geralmente tenho muita sorte com as recomendações do youtube, seja por curtas ou músicas, sempre acabo encontrando um canal de curtas novo ou uma banda alternativa muito legal! No caso de Aviicii... Eu ri.
Muito.
É sério! O cara não tem 1 clipe que não seja engraçado! Tudo bem, ele tem Wake Me Up e Fade Into Darkness que não são exemplos de comédia, mas tirando isso... Melhor mostrar.
Em quinto lugar temos Levels que não é exatamente engraçado, mas meio ridículo. Não se ofendam, óh fãs de Aviicii, mas esse clipe é tão estúpido que chega a ser engraçado.
Não tem uma história, é um cara ridículo, com uma vida ridícula que começa a dançar.
Aí ele vai pra um hospital, psiquiátrico provavelmente, e todo mundo começa a dançar.
Eu fiquei meio rindo e meio com medo da cara da recepcionista japa enquanto ela dançava, assim... Ela tem uma cara muito do mal, sério. Não gostei não, podem trocar a atriz.



Isso é outro clipe de um cara ridículo, com uma vida ridícula que do nada começa a dançar.
No caso de SuperLove, com participação de Lenny Kravitz, o cara ridículo ta voltando de uma corrida matinal (?) e encontra um toca fitas na rua, com fone e tudo (?), aí ele começa a ouvir no meio da sala e começa a ter umas alucinações muito loucas e dançar que nem retardado.
Eu sinceramente acho que isso era tipo uma cyber drug, sabem? Uma i-droger bem retardada, porque só pode...
No fim ele quase beija o cara que parece ser o pai dele (?) e aí fica com a maior cara de bosta do mundo. Uau.

Isso é o que eu chamo de clipe brisado.
Tá, nem tanto.
Com participação de Eric Turner, Dancing In My Head conta a história de um cara que vai numa festa e vê uma mulher bonita, tipo, muito muito muito bonita. Aí, ele começa a ver ela em toda parte e não achando outro jeito pra se livrar da imagem da gata da balada ele decide tirar o cérebro fora.
Afinal, quem nunca?
Mas o cérebro resolve voltar (musiquinha de suspense), e ele tem que fugir desse órgão zumbi perseguidor.
O que fazer quando é o cérebro que quer devorar o humano?

Na minha opinião esse seria o mais engraçado, mas como meu amigo ficou tão frustrado com o final que foi dormir decidi colocá-lo em 2º lugar.
Silhouettes fala sobre um cara que acorda e vai no médico, e aparentemente marca uma cirurgia.
Simultaneamente, mostra também a vida de uma mulher que... vive. É, basicamente isso.
O engraçado é que o rosto da mulher não é mostrado, mas no seu quarto ela tem uma foto dele, que vira antes de sair de casa.
O clipe inteiro pensamos uma coisa e no fim... Bem, eu acho que isso vocês deveriam descobrir porque sinceramente, eu ri. Muito.

Nicky Romero ajuda em I Could Be The One, a trilha sonora da vida de uma mulher sem expectativas nem anseios, que de repente surta.
Assim, o clipe mostra os dias da vida dela e mais ou menos como no 5º lugar a mulher surta e decide que quer outra vida! Mas não antes de fantasiar tudo que ela pode fazer se abandonar a rotina que tem.
Durante o vídeo vemos todas suas fantasias, que vão desde sexo, passando por viagens, sexo, festas e... Sexo.
Ela é uma mulher frustada, relevem.
No final, logo depois de surtar, ela é virada de ponta-cabeça. Ou quase isso.


Espero que tenham gostado, eu achei muito divertido fazer esse "Top 5", e quem diria que um dos maiores sucessos do momento teria um passado tão engraçado?

Resenha: Antes Tarde Que Mais Tarde

Nome: Antes Tarde Que Mais Tarde (ATMT)
Autor: Liana Cupini
Editora: Perse
Sinopse: Depois de completar trinta anos, tudo acontece de uma vez na vida de Karla Kristina! Uma avalanche de novidades que antes pareciam impossíveis! Uma repaginada completa, novos amigos, novos amores, reconciliação, reviravolta no trabalho, viagens… Não há limites para ser feliz, sonhar e se divertir, nesta deliciosa comédia romântica assinada por minha grande amiga Liana Cupini. “Karla é um pouco de toda mulher moderna: em suas virtudes, aflições, defeitos, sonhos… Seu desejo de felicidade é universal, e reflete um pouco nos desejos de cada mulher.” Allan Pitz
Resenha: Karla Kristina acaba de completar 30 anos e todos os problemas da sua vida parecem bate à sua porta! O não-sucesso no trabalho, o não-sucesso no amor, o não-sucesso nas amizades, o não-sucesso na vida, resumidamente. Depois que ganha uma transformação em um programa de TV sua vida dá um giro de 360º e tudo muda!
O livro é envolvente, curtíssimo, apenas 112 páginas. Um chick-lit para se ler enquanto espera na fila do banco ou na sala de espera do dentista. Sendo uma leitura fácil e divertida é um bom livro de transação entre um estilo e outro. Eu geralmente quando estou lendo um suspense e quero ler uma distopia preciso ler algo assim, para descontrair, entre os dois.
Apesar de ser divertido, o livro tem seus pontos fracos, já que é bastante fantasioso como qualquer livro dessa categoria. As coisas estão todas péssimas quando então: A vida é bela! Em contrapartida, eu me apaixonei e estou ansiando pelo segundo volume (risos). Liana conseguiu, em poucas páginas, nos prender e nos encantar com sua desenvoltura e maneira ritmada de narrar a vida de um esteriótipo da mulher moderna, é o tipo de livro que recomendo para quem gosta de algo leve e encantador.

Antes Tarde Que Mais Tarde Ainda (ATMT2)