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5 Dicas Para Treinar o Seu Dragão

Olá! 
No dia 19 do próximo mês (Junho) teremos o lançamento do filme Como Treinar O Seu Dragão 2, da Dreamworks. Ele é inspirado no segundo volume de uma série de livros infantis de mesmo nome (mas quem liga?), Como Ser Um Pirata.
O primeiro filme contou a história de Soluço, um garoto viking que, apesar de ser filho do líder da vila, era o único de lá que parecia não se enquadrar nos padrões.
Quando tem a sua primeira oportunidade de matar um dragão, o mais temido de todos, Fúria da Noite, Soluço fica sensibilizado e, ao invés de acabar com a sua vida, corta as cordas que o aprisionam.
Porém, por conta do acidente, o dragão perde uma parte de sua cauda, o que o impossibilita de voar e fugir. Soluço e Banguela (como ele apelida o dragão), acabam criando uma amizade proibida e secreta, e a história se desenrola a medida que Soluço aprende mais do que qualquer outro viking jamais aprendeu sobre dragões e Banguela se sente tão bem com a nova amizade que opta por não voltar para seu lar com os outros dragões.
Agora, para que todos estejam prontos para mais um encontro com os dragões, vamos ter aqui 5 dicas aprendidas com Soluço para você saber como deve treinar o seu dragão.



Presentinhos são sempre bem vindos

Dragões, assim como qualquer outro bichinho de estimação adoram uma recompensa por seus feitos, por isso, antes de tentar ensinar qualquer truque para ele, mostre que se te obedecer, irá ter algo em troca. Afinal, nada vem de graça, certo? Se você quer que ele deite e role, um petisco é a melhor forma de se conseguir isso. Só se lembre de nunca oferecer uma enguia, ok?


Eles te imitam

Esse tipo de réptil te imita. Ele sempre vai seguir os passos do dono, por isso, se você não quer que ele seja violento, não seja violento. Se você quer que ele sente, sente primeiro. Como eles não falam nossa língua nem mesmo entendem comandos básicos, a melhor maneira de se dizer o que se quer deles é mostrando. Mas não esqueça que se você quer que ele voe o melhor é dar uns cutucões, não saia se jogando de penhascos.


Dragões não gostam de estranhos

Apesar de serem amigáveis e obedientes, dragões não gostam de estranhos e muito menos de objetos afiados. Se você tem alguma adaga em seu cinto, antes de se aproximar do seu dragão de estimação (ao menos no começo), deixe-a de lado. Avise seus amigos também antes de convidá-los para dar uma voltinha, você não quer ser culpado caso alguma perna seja devorada, certo?


Arrume uma casinha para ele

Caso ainda não tenha notado, dragões são bichinhos um pouco maiores que cachorros, por isso, é um pouco difícil você ter uma cama grande o suficiente para que ele durma nos seus pés. O ideal é que se construa, no alto de uma árvore, uma casa com um depósito de peixes bem rico, mas caso isso seja sem condições, um pouco de palha no telhado também serve. Mas em dias de chuva, você terá que se acostumar com fedor de escamas molhadas no tapete perto da lareira.


Faça com que ele confie em você

A base de qualquer relação é confiança, e quando eu digo "faça com que ele confie em você" eu quero dizer "dê motivos para que ele confie em você". Quando se está lidando com animais selvagens que já tem experiências ruins com humanos a melhor coisa a se fazer é mostrar que ele pode contar com você e que você jamais faria nada contra ele. Dê a ele o espaço que precisa e mostre que ele pode contar com você se precisar. Assim que ele confiar em você, faça de tudo para não perder esse privilegio, afinal, não é todo mundo que consegue um carinho de um dragão. 

Ninguém nunca disse que ter um dragão de estimação seria fácil, mas com carinho, confiança e perseverança acaba, além de divertido, se tornando muito mais simples de lidar a partir da convivência. Por isso, a minha dica é: Se tiver a oportunidade de adotar um Fúria da Noite, Terror Terrível, Gronkel, Nadder Mortal ou um Ziperarrepiante, não perca a chance! Já se for um Pesadelo Monstruoso, melhor pensar duas vezes. Sério. Você não vai querer um daqueles no seu quintal.

Curtamente Falando: Sintel

Com poucas falas, esse curta tem 14 minutos e conta a história de uma mulher que está em busca da fera que raptou seu dragão.
Repleto de ação e impecavelmente surpreendente esse filme nos faz ter diversos sentimentos em pouquíssimo tempo.
Não é segredo pra ninguém que eu não me atraio por medieval, dragões, lutas e coisas do tipo, mas apesar desse vídeo remeter um pouco a filmes nesse estilo eu me surpreendi ao ver que adorei cada minuto.
Vale muito a pena e é um curta para quem não tem preguiça de assistir algo mais longo para ter boas surpresas no fim. Outra coisa interessante é que o filme deixa o final em aberto, você  sabe mais ou menos o que acontece depois, mas não consegue ter certeza.
Surpreendente e emocionante!

Curtamente Falando: Red

Uma releitura de Chapeuzinho Vermelho, com apenas 2 minutos e meio. O curta trás uma maneira diferente de enxergar o "Lobo Mau", de uma forma romântica e divertida.
Sem falas, mas com muitas expressões. Ele nos dá a mesma lição que o conto original: Que não devemos julgar um livro pela capa, nem um lobo só por ser lobo ou um coelho-unicornio por ser um coelho-unicornio (nunca gostei muito de coelhos mesmo).
O final é definitivamente estranho, fofamente nojento, não sei se isso faz sentido.
De qualquer forma, é uma graça e vale muito a pena ser visto.

Geekalisando: Retro Snake

Hey gente!
Sem promessas. Posso postar aqui se quiser, afinal o blog é meu, mas não garanto que estarei aqui periodicamente.
Hoje trouxe a recomendação de um aplicativo que baixei há pouco tempo, mas achei divertidíssimo.
Todos conhecem o jogo Snake, certo? O famoso "jogo da cobrinha" que tínhamos naqueles Nokias antiquíssimos. Muitas versões foram feitas para Android e iOS, e testei várias, mas a que mais me identifiquei foi o Retro Snake, da HIPXEL.
Essa versão me impressionou pela riqueza de opções nas configurações que são desde 10 níveis diferentes de dificuldade, 4 modelos de controles para selecionar o que mais se identifica, 9 cores para o fundo e para os contornos e ainda reguladores da tonalização dessas cores.
O jogo ainda armazena o score dos seus 10 melhores jogos e até agora ele não travou nenhuma vez.
A única falha que eu não gostei, essa uma escolha dos programadores, é que a cobra, ao bater na parede, não morre, e sim aparece do outro lado.
O aplicativo é grátis, pesa 1,04 MB e não procurei saber se tem para iOS, o link na Play Store está aqui.
Como estou fazendo essa postagem do aplicativo do Blogger no celular, então a postagem terá esse formato diferente, sem mais imagens do aplicativo nem assinatura. Sinto muito.

Resenha: O Símbolo Perdido

Olá, pessoas! Mais uma resenha para vocês! Dessa vez, é do livro O Símbolo Perdido, do autor best-seller, Dan Brown. Sem dúvida, se nunca leram algo dele, no mínimo já ouviram falar de O Código Da Vinci, certo? Esse é um dos meus livros favoritos do autor, e essa resenha foi feita há algum muito tempo, entãaaaao... 
Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas. Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal’akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian. Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está. Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.
Primeiro de tudo, tenho que confessar algo completamente vergonhoso: Li em um mês.
Que vergonha.
 O meu software não é diferente de, digamos, um simulador de voo. Alguns vão usá-lo como treino para missões aéreas de primeiros socorros em países subdesenvolvidos. Outros, para aprender a jogar aviões de passageiros contra arranha-céus. O conhecimento é uma ferramenta e, como todas as ferramentas, seu impacto está nas mãos do usuário. Pág. 72
Eu simplesmente passava outros livros na frente, Julieta, da Anne Fortier (que estou adiando a resenha há um bom tempo…), Jogos Vorazes, e várias fanfics, fics e ebooks. Acabou que o pobre Dan Brown ficou em segundo (ou vigésimo) plano, não que o livro parasse de me fascinar. Acho que a parte mais interessante nos livros do Dan Brown é quando tudo se desenrola, quando chega o grand finale, aquele que todos esperavam e que ninguém sabia como seria.
“Avra Kedabra significa “Eu crio ao falar." Silêncio. Pág. 354
Nesse livro, como em Código Da Vinci e Fortaleza Digital, tive que voltar até certo ponto no início da história para ter certeza que o autor não estava se contradizendo, mas ele sempre achava um jeito de escapar das próprias palavras.
“Todas as grandes verdades são simples” Pág. 383
O que mais aprecio no modo de escrita dele é como ele entra em conflito com o personagem. Sendo narrado em 3ª pessoa, ele consegue de uma maneira inimaginável ter uma briga com Robert de uma maneira inigualável. É como se ele dissesse: “Robert, as provas estão todas aí, cara! Quantas vezes vou ter que te dizer que você tem que acreditar nisso!” e Robert respondesse “Isso não existe. Tudo que você disse tem uma explicação lógica!” e até o final do livro esse conflito interno que poucos notam ficava sem desfecho. O mais incrível é que mesmo enganando a si mesmo, ele conseguia se enganar novamente, me entendem? Enganar o leitor e todos os personagens, eu acho algo incrível o modo como ele surpreende a todos os personagens de uma maneira que você fica surpreso com a surpresas.

Curtamente Falando: Sebastian's Voodoo

Sob pressão, volta o Curtamente Falando!
Dessa vez trago um dos meus curtas favoritos, talvez não tanto, mas certamente é um curta que mexeu muito comigo.
Sebastian's Voodoo mostra a realidade de vários voodoo dolls e nos mostra uma lição de bem comum, de como se sacrificar em prol de um grupo.
É uma lição muito bonita a ser aprendida, nos faz pensar o quanto o altruísmo é raro hoje em dia.
Esse curta me fez pensar em todos os personagens que já se sacrificaram por um motivo maior, passando por obras literárias e cinematográficas, conseguem lembrar de algum?
Poderia listar todas aqui, mas isso seria um spoiler tão grande que acho que não sairia viva depois disso!
O melhor de tudo nesse vídeo é ver o quão bem feito ele é, e principalmente, o cuidado que tiveram ao montar os brinquedos de voodoo. É surpreendente a atenção a cada mancha, ao tecido, a forma como deixaram, apesar de muito parecidos, todos os bonecos diferentes. E também a criatividade é de se aplaudir em pé, afinal, a ideia é brilhante e passa uma lição muito bonita.

Resenha Dupla: Anna e o Beijo Francês + Lola e o Garoto da Casa ao Lado

Olá, caros leitores!
Hoje venho com uma resenha dupla com dois livros incríveis da Stephanie Perkins. Ambos são romances YA (Young-Adult) que muito provavelmente vocês conhecem :)


Ambos os livros são publicados pela editora Novo Conceito aqui no Brasil, mas se passam nos Estados Unidos e/ou em Paris, na França.
Como os livros, em certo ponto, se interligam, é aconselhável ler, primeiramente, Anna e o Beijo Francês. O livro conta a história de Anna, filha de um autor de romances trágicos mundialmente conhecido. Seus pais são separados e ela sempre morou com a mãe, até que o seu pai a manda para um colégio para jovens americanos na França, mais especificamente, em Paris. No colégio, logo em seu primeiro dia, ela conhece Meredith, uma garota que oferece um ombro amigo quando ela está chorando por ter que se separar da mãe e do irmão mais novo.
Meredith, então, apresenta-a para o seu grupo seleto de amizades e é nesse grupo que ela conhece Étienne St. Clair. Só um problema: Ele tem namorada. Uma universitária que se formara um ano antes deles, bonita como uma modelo, simpática como um político, inteligente como um gênio. Como competir com uma garota dessas?
Mas os sentimentos confusos quanto a St. Clair é apenas o primeiro de seus problemas, ela ainda tem que lidar com a melhor amiga que está se distanciando, o garoto de quem gostava quando saiu da América e sua incapacidade de falar francês morando na Europa. Anna conseguirá resolver seus problemas e conseguir seu tão sonhado beijo francês?
É isso que temos que descobrir lendo o livro, uma narrativa empolgante e encantadora, cheia de reviravoltas completamente realistas, que nos fazem sentir como personagens da história, como se ela estivesse assustadoramente próxima da nossa realidade, o que é verdade. Anna e o Beijo Francês é um livro que exemplifica perfeitamente os sentimentos conflitantes de uma adolescente, trazendo além de tudo as dúvidas dessa fase da vida e principalmente os dramas familiares que todos temos.
Esse livro, além de romântico, também mostra os personagens lidando com a doença, com separações, traições e como se sentem em relação uns aos outros.
Já em Lola e o Garoto da Casa ao Lado temos principalmente críticas a sociedade, já que Lola quebra praticamente todos os tabus.
Lola, no auge dos seus 17 anos, namora Max, um rapaz de 22. Ela mora com seus dois pais (sim! Ela tem pais gays!), sendo que um deles é na realidade seu tio. Sua mãe é uma alcoólatra que a largou com o irmão quando engravidou cedo demais. Ela não reclama, ama os pais, apesar dos dois serem um pouco super protetores, e tem uma vida normal. Na medida do possível, contando seu gosto... Peculiar para se vestir de maneira extravagante.
Seus pais não aprovam o namoro com Max, mas tentam se adaptar a relação da filha, mas tudo muda quando seus ex-vizinhos voltam para a casa ao lado.
Junto com a família Graham Bell seus problemas também voltam à vizinhança, assim como seus sentimentos da pré-adolescência. Ela tenta de todas as formas ignorar, tentar se convencer e implorar ao seu coração de que o que sentia por Cricket foi embora logo que ele se mudou, mas isso se torna impossível tendo ele sempre tão presente em sua vida. Até mesmo em seu trabalho ele aparecia, sendo amigo de Étienne, o noivo de Anna, sua colega na bilheteria do cinema. A questão é: o que Lola sente é apenas um reflexo do que sentia quando criança ou esse amor de infância é mais forte que sua paixão por Max?
Creio eu, que o que mais me atraiu nesses dois livros foi a maneira como a Stephanie conseguiu unir os dois, de forma que a nossa ligação com os personagens de Anna não fosse rompida e de repente termos que nos transportar para outro lugar, outro mundo. Eu admiro muito quando os autores conseguem fazer isso, mesmo que só tenha visto em fictions e alguns poucos livros não muito reconhecidos. Minha ansiosidade para Isla and the Happily Ever After (Isla e o Felizes Para Sempre, numa tradução literal) está além de tudo! Com previsão de lançamento ainda para esse ano (nos EUA), segue a sinopse e minha tradução nada-profissional:
From the glittering streets of Manhattan to the moonlit rooftops of Paris, falling in love is easy for hopeless dreamer Isla and introspective artist Josh. But as they begin their senior year in France, Isla and Josh are quickly forced to confront the heartbreaking reality that happily-ever-afters aren't always forever.
Their romantic journey is skillfully intertwined with those of beloved couples Anna and Étienne and Lola and Cricket, whose paths are destined to collide in a sweeping finale certain to please fans old and new.
Das ruas brilhantes de Manhattan para os telhados ao luar de Paris, apaixonar-se é fácil para o sonhador sem-esperança Isla e o artista introspectivo Josh. Mas, como eles começam seu último ano na França, Isla e Josh são rapidamente forçados a confrontar a realidade dolorosa que felizes para sempre nem sempre são para sempre. 
Sua viagem romântica é habilmente entrelaçada com as de casais amados Anna e Étienne e Lola e Cricket, cujos caminhos estão destinados a colidir em uma varredura com um final arrebatador para agradar os fãs antigos e novos.

Então, mais alguém empolgado para esse terceiro (e possivelmente) último volume dessa "trilogia"?